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quarta-feira, 26 de maio de 2021

Após prefeitura de Timbaúba divulgar NOTA, família de bebê que morreu na UPA diz que têm provas

O PRIMEIRO TRECHO QUE SAIU NA MÍDIA SOBRE A MORTE DO BEBÊ FOI ESSE ABAIXO.



GINAURA LUIS DE ARAUJO, 33 ANOS, esperava ansiosamente a chegada do   seu segundo filho ROBERTO CARLOS BARBOSA ARAÚJO, relata uma gravidez saudável de 36 semanas.





Conforme relatos da mãe, na sexta-feira dia 14/05/2021, à noite, começou a sentir contrações, ligou para enfermeira que a aconselhou dirigir-se à UPA local, tendo em vista       que a maternidade da cidade esta inativa.



No sábado, dia 15/05/2021 Ginaura deu entrada na UPA as 08h30, onde foi constatado pela médica plantonista que não havia alterações com o bebê e o que sentia seria uma provável infecção urinaria, tendo sido atendida e liberada, não ocasião.


 

Minutos após chegar em casa as dores aumentaram e a mesma retornou à Unidade de Pronto Atendimento de Timbaúba com sangramentos e em trabalho de parto, ocasião em que o médico decidiu retirar a criança. Posteriormente obteve a noticia que seu bebê      estava sem vida, pois nasceu "laçado" e não resistiu.



A mãe relata que houve negligência médica, pois pediu por varias vezes para ser transferida a uma maternidade o que não foi feito de início.


“Meu sentimento é de tristeza e revolta, estava em trabalho de parto desde 8h da manhã e não me transferiram, não fizeram nada para trazer meu anjo ao mundo, quero justiça e que isso não continue acontecendo em minha cidade” disse a mãe.


 

A causa da morte da criança consta como DESCONHECIDA, tendo sido passada para a     família a informação de que não poderiam encaminhar o corpo da criança ao IML (Instituto de Medicina Legal) por falta de parentes para acompanhar o corpo. O funeral foi realizado imediatamente sem o consentimento da família.



ESSE OUTRO TRECHO A BAIXO FOI A NOTA DE A PREFEITURA DE TIMBAÚBA DIVULGOU SOBRE O OCORRIDO.



A Prefeitura de Timbaúba, por meio da Secretaria de Saúde informa que a senhora Ginaura foi atendida na Unidade de Pronto Atendimento, UPA, por volta das 8h30 da manhã. 



Conforme informação médica, a mesma levou uma foto de um pequeno corrimento que estava tendo, foi medicada e após ficar aproximadamente 1 hora em observação e relatar que não estava sentindo nenhuma dor,  voltou para casa. 



A médica que a entendeu solicitou os pré-natais do bebê e os ultrassons que a mãe teria realizado, visto que já estava com 32 semanas e 5 dias de gravidez. 



A senhora Ginaura, tinha apenas dois pré-natais e uma ultrassom, segundo ela, em vista de assuntos pessoais, não conseguiu ser acompanhada por um médico e fazer um procedimento regular de consultas.



Duas horas depois do atendimento, Ginaura voltou à Upa com fortes dores e foi encaminhada para sala amarela, onde foi prontamente atendida por um médico, o qual percebeu que a criança já estava morta. 



O mesmo fez o atendimento da mãe, solicitou os pré-natais e obteve a mesma resposta, que devido a questões pessoais, a mãe não teria feito o acompanhamento da gestação com um médico. 



Uma amiga da mãe, chegou para acompanhá-la e solicitou ao médico Declaração de Óbito, visto que não teria ninguém para acompanhar o corpo do bebê até o Serviço de Verificação de Óbito, assim o médico fez, escrevendo a causa do óbito como “desconhecido” visto que o mesmo, sem os exames nas mãos, não teria como afirmar a causa da morte. 



Para nós que fazemos a Secretaria de Saúde do Município de Timbaúba, é importante ressaltar que todos os nossos profissionais presam pela vida de todo ser humano por igual e que são inverídicas a “informações” tanto que  impedimos o envio do corpo ao IML, quanto o sepultamento ter sido realizado sem o consentimento da família.



NO ÁUDIO ABAIXO A FAMÍLIA DIZ QUE A MÃE DA CRIANÇA TÊM PROVAS SOBRE O OCORRIDO E DIVULGOU VÁRIOS DOCUMENTOS.










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