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domingo, 11 de julho de 2021

O Presidiário Edinaldo foi morto dentro da penitenciária Barreto Campelo

Um presidiário foi morto e dois ficaram feridos, neste sábado (10), na Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, no Grande Recife. Segundo o secretário de Justiça de Pernambuco, Pedro Eurico, o crime ocorreu dentro de um dos pavilhões da unidade de segurança máxima.



Ainda de acordo com o secretário, o tumulto ocorreu por volta das 5h30 deste sábado. “Foi uma briga entre os presos”, declarou.


De acordo com o Sindicato dos Policiais Penais do estado, o nome da vítima é Edinaldo José de Barros.


O secretário informou que um dos detentos foi flagrado pelos companheiros de pavilhão roubando objetos em uma cela. Esses presos são conhecidos como “ratos de cadeia”.


Revoltados com o roubo, outros presidiários espancaram o suspeito de ter subtraído os objetos da cela. Eles jogaram esse homem para fora do pavilhão, no pátio da penitenciária.


“Os presos que viram isso ficaram com raiva e espancaram os detentos que tinham agredido o suspeito de roubo”, disse o secretário.


A perita criminal Raíssa Matos, do Grupo Especializado em Perícias de Homicídios, informou que o homem que morreu apresentava três lesões na cabeça por arma branca.


Segundo a Secretaria-Executiva de Ressocialização (Seres), Nilton Alves de Santana Filho e Michael Ferreira de Abreu ficaram feridos.


Sindicato dos Policiais penais informou que, depois da confusão, foi realizada uma revista na unidade prisional. As equipes apreenderam uma pistola calibre 380, 13 munições e carregadores da arma.


Por meio de nota, a Seres disse que os envolvidos na briga "serão submetidos ao Conselho Administrativo Disciplinar e encaminhados à delegacia para apurar as circunstâncias em que o fato ocorreu.


A Polícia Civil informou que está investigando o assassinato na penitenciária. A corporação disse, ainda, que o corpo foi localizado às margens de uma lagoa na parte externa da unidade.


Ainda de acordo com a polícia, as vítimas de tentativa de homicídio foram levadas para os Hospitais Miguel Arraes e da Restauração, uma delas inconsciente.


"Ainda não há informações sobre a autoria e a real motivação dos crimes", disse a polícia, comunicado.


Com informações do G1-PE.

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